
A Guarda Civil Municipal (GCM) de Vinhedo apreendeu, na quinta-feira (23), um pino com substância semelhante à cocaína e 15 porções de material aparentando ser maconha durante uma ocorrência no bairro Capela. A ação ocorreu após denúncias de populares sobre uma suposta prática de tráfico de drogas em um estabelecimento comercial da região. O local também foi fechado por irregularidades administrativas.
Durante patrulhamento preventivo, equipes da GCM receberam informações sobre a possível venda de entorpecentes no comércio.
Ao chegarem ao endereço indicado, os agentes constataram que o estabelecimento estava funcionando fora do horário permitido.
Dois homens que estavam na área externa do imóvel foram abordados pelos guardas.
Durante a revista pessoal, um deles, que informou ser funcionário do comércio, foi encontrado com um pino contendo uma substância com características semelhantes à cocaína.
Porções de maconha encontradas no imóvel
Na sequência, os agentes realizaram uma vistoria no interior do estabelecimento.
Nos fundos do imóvel, sobre uma prateleira, foi localizada uma sacola contendo 15 porções de uma substância aparentando ser maconha.
Questionado pelos guardas, o funcionário afirmou que o entorpecente seria destinado ao próprio consumo. Com o segundo homem abordado, não foi localizado nenhum material ilícito.
As consultas realizadas nos sistemas policiais também não identificaram pendências judiciais em nome dos dois abordados.
O funcionário foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Vinhedo, onde a ocorrência foi apresentada à autoridade policial de plantão. Após a análise dos fatos, foi registrado um Boletim de Ocorrência.
A conduta foi enquadrada, em tese, no artigo 33, caput, da Lei nº 11.343/2006, que trata do crime de tráfico de drogas.
O enquadramento ocorreu durante o registro da ocorrência, sem prejuízo da apuração dos fatos pela investigação policial.
Comércio também foi fechado
Além da ocorrência envolvendo os entorpecentes, a GCM realizou uma fiscalização administrativa no estabelecimento. Durante a ação, os agentes verificaram que o comércio não possuía inscrição municipal.
Diante da irregularidade, as atividades comerciais foram encerradas no local.
Após a conclusão dos procedimentos de polícia judiciária, o funcionário foi liberado pela autoridade policial.
O caso permanecerá sob investigação da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias relacionadas às drogas encontradas no estabelecimento.