Secretária da Cultura conhece bastidores da Hora do Horror

Secretária Marília Marton acompanhou treinamento dos artistas que integram a edição 2026 do evento no parque

Personagens da Hora do Horror 2026
Foto: Foto: PH Lopes
Personagens da Hora do Horror 2026

A secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marília Marton, visitou o Hopi Hari para acompanhar a formação de artistas que participam da Hora do Horror 2026 . A agenda ocorreu no parque e incluiu uma aula do CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura, além de uma visita aos bastidores da produção da atração .

Durante o encontro, Marton observou o treinamento de parte dos mais de 140 artistas envolvidos na parceria entre o programa estadual e o parque.

A secretária também conheceu o acervo de figurinos e um dos túneis utilizados na Hora do Horror, espaço apresentado exclusivamente à equipe da Secretaria da Cultura.

A visita reuniu professores, coordenadores e supervisores do CULTSP PRO. A proposta da parceria é aproximar a formação profissional da realidade do mercado cultural, colocando os participantes em contato direto com um ambiente de produção de entretenimento.

Formação profissional dentro do parque

Segundo Marília Marton, a iniciativa busca combinar qualificação técnica, desenvolvimento artístico e oportunidades profissionais.

“A nossa missão no CULTSP PRO é garantir que a formação técnica e artística caminhe lado a lado com a empregabilidade real, preparando nossos talentos para as exigências e os bastidores de um setor em constante expansão”, afirmou a secretária.

A parceria com o Hopi Hari integra uma estratégia mais ampla do CULTSP PRO. Em junho, o Governo do Estado anunciou a cooperação com a Hora do Horror entre as iniciativas do programa voltadas à formação profissional e à inserção de novos talentos no mercado cultural.

A equipe da Secretaria conheceu o acervo de figurinos e um dos túneis utilizados na Hora do Horrora da Cultura
Foto: Foto: Reprodução/ Divulgação
A equipe da Secretaria conheceu o acervo de figurinos e um dos túneis utilizados na Hora do Horrora da Cultura


Para o parque, a experiência também reforça seu papel como espaço de desenvolvimento de profissionais ligados à economia criativa. O diretor do Hopi Hari, Marcos Zambelli, destacou que a estrutura necessária para produzir eventos envolve diferentes áreas.

“Quando falamos sobre entretenimento, muitas vezes pensamos apenas na experiência que o público vive. Mas existe algo ainda maior por trás de cada espetáculo, de cada evento e de cada sorriso que entregamos diariamente no País mais divertido do mundo: as pessoas que tornam tudo isso possível”, disse.


Hora do Horror amplia demanda por profissionais

O Hopi Hari mantém uma estrutura artística permanente com cerca de 80 profissionais fixos. O grupo reúne atores, técnicos de som e iluminação, contrarregras, camareiras, maquiadores, figurinistas e profissionais de outras especialidades.

A realização dos grandes eventos do parque amplia essa demanda ao longo do ano. Somente a Hora do Horror mobiliza entre 350 e 400 profissionais, dos quais aproximadamente 140 são artistas diretamente envolvidos nas apresentações.

“Isso demonstra que o entretenimento não gera apenas diversão. Ele gera emprego, renda, qualificação e oportunidades”, afirmou Zambelli.

Foto: Foto: PH Lopes
Personagens caminham pelo Hopi Hari nos 25 anos da Hora do Horror


A formação realizada dentro do próprio parque permite que os participantes conheçam, na prática, as características de uma produção profissional. Para o diretor, esse contato é um dos pontos centrais da parceria.

“O Hopi Hari é um ambiente real de mercado. Somos um espaço que absorve talentos, que cria oportunidades e que necessita constantemente de profissionais preparados para atuar em uma das indústrias que mais crescem no mundo: a economia criativa”, ressaltou.

A aproximação entre capacitação, cultura e mercado também amplia a visão sobre as oportunidades existentes no setor. A preparação para a Hora do Horror envolve diferentes funções e mostra aos participantes como atividades artísticas, técnicas e criativas se conectam na produção de um grande evento.

“Quando unimos qualificação profissional, cultura, criatividade e oportunidade, criamos algo muito maior do que empregos: criamos histórias, realizamos sonhos e impulsionamos o desenvolvimento social e econômico”, concluiu o diretor.